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Limeira, SP, Brazil
Coach, consultora empresarial na área de comunicação e marketing, palestrante, treinadora comportamental e professora universitária. É empresária e executiva nas áreas de comunicação, planejamento e atendimento, possuindo uma experiência profissional com mais de 20 anos de atuação em empresas nacionais e multinacionais. Mini-Currículo • MBA em Marketing Estratégico pela UNIMEP. • Comunicóloga graduada em Letras e pós graduada em Didática do Ensino Superior pela FAC. • Coaching at Identity Level & Crisis, Transition and Transformation com Robert Dilts (EUA) • Master Practitioner em PNL Programação Neurolinguística pela ACTIUS. • Trainer Training em PNL Programação Neurolinguística pela ACTIUS. • Practitioner em PNL Programação Neurolinguística pela ACTIUS. • Especialista em Relações Humanas e Comunicação Eficaz pelo Dale Carnegie Training Institute.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O Virtual, o Real e a Educação a distância


Li com muito interesse o texto de Edméa Oliveira dos Santos, que é pedagoga, mestre e doutoranda em Educação, Currículo e Novas Tecnologias pela FACED/UFBA, professora de Didática e Novas Tecnologias do curso de Pedagogia da UNEB, UNIBAHIA e FAMEC. E transcrevo abaixo alguns parágrafos muito interessantes de seu trabalho apresentado na modalidade de comunicação científica no I Seminário Nacional de Educação e Contemporaneidade.
Pierre Lèvy (1996) em seu livro O que é o virtual? nos esclarece que o virtual não se opõe ao real e sim ao  atual. Virtual é o que existe em potência e não em ato. Citando o exemplo da árvore e da semente, Lèvy  explica que toda semente é potencialmente uma árvore, ou seja, não existe em ato, mas existe em potência. Entretanto,  o virtual faz parte do real, não se opondo a ele, mas nem tudo que é virtual necessariamente se atualizará. Ainda no exemplo da semente, caso um pássaro à coma a mesma jamais poderá vir a ser uma  árvore. Transpondo essa idéia para a realidade educacional podemos aferir que quando estamos interagindo  com outros sujeitos e objetos técnicos construindo uma prática de significação podemos tanto virtualizar  quanto atualizar este processo. Vale destacar que a atualização é um processo que parte, quase sempre, de  uma problematização para uma solução já a virtualização passa de uma solução dada a um (outro) problema. (Lèvy, 1996: 18). Logo, virtualizar é problematizar, questionar, é processo de criação. Neste sentido podemos afirmar que um ambiente virtual é um espaço fecundo de significação onde seres humanos e objetos técnicos interagem potencializando assim, a construção de conhecimentos, logo a aprendizagem. (....) É necessário estendermos a educação, a  comunicação e as tecnologias digitais como referencias híbridas e recursivas. Portanto, façamos diferente!  Parabéns Edméia, seu trabalho me inspirou!

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