Li com muito interesse o texto de Edméa Oliveira dos Santos, que é pedagoga, mestre e doutoranda em Educação, Currículo e Novas Tecnologias pela FACED/UFBA, professora de Didática e Novas Tecnologias do curso de Pedagogia da UNEB, UNIBAHIA e FAMEC. E transcrevo abaixo alguns parágrafos muito interessantes de seu trabalho apresentado na modalidade de comunicação científica no I Seminário Nacional de Educação e Contemporaneidade.
Pierre Lèvy (1996) em seu livro O que é o virtual? nos esclarece que o virtual não se opõe ao real e sim ao atual. Virtual é o que existe em potência e não em ato. Citando o exemplo da árvore e da semente, Lèvy explica que toda semente é potencialmente uma árvore, ou seja, não existe em ato, mas existe em potência. Entretanto, o virtual faz parte do real, não se opondo a ele, mas nem tudo que é virtual necessariamente se atualizará. Ainda no exemplo da semente, caso um pássaro à coma a mesma jamais poderá vir a ser uma árvore. Transpondo essa idéia para a realidade educacional podemos aferir que quando estamos interagindo com outros sujeitos e objetos técnicos construindo uma prática de significação podemos tanto virtualizar quanto atualizar este processo. Vale destacar que a atualização é um processo que parte, quase sempre, de uma problematização para uma solução já a virtualização passa de uma solução dada a um (outro) problema. (Lèvy, 1996: 18). Logo, virtualizar é problematizar, questionar, é processo de criação. Neste sentido podemos afirmar que um ambiente virtual é um espaço fecundo de significação onde seres humanos e objetos técnicos interagem potencializando assim, a construção de conhecimentos, logo a aprendizagem. (....) É necessário estendermos a educação, a comunicação e as tecnologias digitais como referencias híbridas e recursivas. Portanto, façamos diferente! Parabéns Edméia, seu trabalho me inspirou!
Pierre Lèvy (1996) em seu livro O que é o virtual? nos esclarece que o virtual não se opõe ao real e sim ao atual. Virtual é o que existe em potência e não em ato. Citando o exemplo da árvore e da semente, Lèvy explica que toda semente é potencialmente uma árvore, ou seja, não existe em ato, mas existe em potência. Entretanto, o virtual faz parte do real, não se opondo a ele, mas nem tudo que é virtual necessariamente se atualizará. Ainda no exemplo da semente, caso um pássaro à coma a mesma jamais poderá vir a ser uma árvore. Transpondo essa idéia para a realidade educacional podemos aferir que quando estamos interagindo com outros sujeitos e objetos técnicos construindo uma prática de significação podemos tanto virtualizar quanto atualizar este processo. Vale destacar que a atualização é um processo que parte, quase sempre, de uma problematização para uma solução já a virtualização passa de uma solução dada a um (outro) problema. (Lèvy, 1996: 18). Logo, virtualizar é problematizar, questionar, é processo de criação. Neste sentido podemos afirmar que um ambiente virtual é um espaço fecundo de significação onde seres humanos e objetos técnicos interagem potencializando assim, a construção de conhecimentos, logo a aprendizagem. (....) É necessário estendermos a educação, a comunicação e as tecnologias digitais como referencias híbridas e recursivas. Portanto, façamos diferente! Parabéns Edméia, seu trabalho me inspirou!

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